
Não posso querendo acreditar em fadas. São discursos dos ilusionistas que anseiam um mundo perfumado por palavras sábias e amorosas. Estou descalço sobre a verdade que quer chegar às minhas entranhas. Lá, o inferno principia pela falta que sinto d’alma da minha vid’além’ar.
– Ai, Jaburo, não quero te ver consumido pela loucura que escorre da lua pra dentro de ti. Vem, vem comigo. Toma minhas pétalas. São todas tuas. Inala o carinho que nelas impregnei pra ti.