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ENVIADO POR: estrelinha em Jul , 2008
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isso pode resolver

Parar de fumar me deixa irritado.
- Eu posso ficar mais estressado se abandonar o cigarro.
- Largar o cigarro vai dificultar meu convívio com outros fumantes.
- Vou ter que lidar com sintomas de abstinência.
- Se eu parar de fumar, vou reduzir o risco de doenças cardíacas ou de câncer.
- Eu vou ser um bom exemplo para outros se parar de fumar.
- As roupas, o carro e minha casa terão um cheiro melhor se eu parar de fumar.
- Se eu parar de fumar não estarei expondo outras pessoas ao fumo passivo.
Você deve responder se considera as informações verdadeiras ou não.
Clique aqui para fazer o teste.
Quando você está tentando parar de fumar, qualquer ajuda é bem-vinda. Saiba, então, que a ajuda de um médico pode ser fundamental para que você consiga deixar o cigarro.
Estudos da Organização Mundial de Saúde, a OMS, mostram números que confirmam a importância desse auxílio:
- Fumantes que não procuram acompanhamento médico têm sucesso em apenas 5% dos casos.
- Destes, 95% a 99,5% têm recaídas e voltam a fumar.
- Apenas uma consulta com um médico aumentam as chances de sucesso para 10%.
- O simples acompanhamento médico leva 15% dos fumantes a conseguir abandonar o fumo.
- Se o acompanhamento médico for associado ao uso de remédios, as chances de se tornar ex-fumante sobem para 30%.
O médico analisa a situação de cada paciente, propondo o tratamento mais adequado individualmente. Técnicas, dicas e remédios que funcionam com um fumante não necessariamente levam outro ao sucesso. Por isso, procurar o acompanhamento médico vai ajudar o seu caso, dentro das características do seu dia-a-dia, do seu organismo e de suas condições.
Um estudo feito na Nova Zelândia, em 2006, afirmou que mensagens contra o fumo ajudam os jovens a parar de fumar. A pesquisa foi feita com 1705 pessoas na faixa de 25 anos que tinham vontade de abandonar o cigarro. Durante cinco semanas, elas receberam cinco mensagens por dia falando para pararem de fumar. Estas pessoas foram mais bem-sucedidas do que as que não receberam mensagens. Essa é, então, mais uma possibilidade para ajudá-lo a não fumar mais. Existem sites que oferecem a possibilidade de assinar um serviço que envia diariamente mensagens para o seu celular com dicas, sugestões e encentivo para ajudá-lo a conquistar seu objetivo. Ou então, que tal combinar com um amigo que também esteja tentando parar de fumar, e um mandar mensagens de incentivo para o outro?
Foram lançadas hoje, pelo ministro da saúde José Gomes Temporão, as novas fotos que irão estampar as embalagens dos maços de cigarro e demais derivados do tabaco. Desta vez, as fotos foram selecionadas após um estudo que evidencia quais as imagens seriam mais impactantes para os consumidores. “As imagens são fortes. Elas radicalizam a linha que vinha sendo adotada pelo Ministério da Saúde, mas foram construídos por um conjunto de evidências. Há toda uma avaliação para fortalecer essa estratégia”, afirmou Temporão.
Para ver as fotos em tamanho grande, clique sobre elas.
  
  
  

Junto com as fotos, as novas frases que virão nas carteiras de cigarro são:
1. Vítima deste produto: Este produto prejudica a mãe e o bebê, causando parto prematuro e morte. 2. Gangrena. O uso deste produto obstrui as artérias e dificulta a circulação do sangue. 3. Morte. O uso deste produto leva à morte por câncer de pulmão e enfisema. 4. Infarto. O uso deste produto causa morte por doenças do coração. 5. Fumaça Tóxica. Respirar a fumaça deste produto causa pneumonia e bronquite. 6. Horror. Este produto causa envelhecimento precoce da pele. 7. Produto Tóxico. Este produto contém substâncias químicas como amônia, formol e arsênico. 8. Sofrimento. A dependência da nicotina causa dor e morte. 9. Impotência. O uso deste produto diminui, dificulta ou impede a ereção. 10. Perigo. O risco de derrame cerebral é maior com o uso deste produto.
Confesso que fiquei chocadíssimo quando vi as fotos. Passei mal, juro. Mas infelizmente creio que isso, somente isso, somente escancarar estas imagens, não vá surtir o efeito necessário. Vai, no máximo, fazer muita gente vomitar. Acho que não é bem por esse caminho, muito embora já seja algo a ser feito.
Nicholas Christakis e James Fowler fizeram uma interessante pesquisa e divulgaram-na no New England Journal Of Medicine, jornal inglês, acerca do ato de parar de fumar. Segundo os dois pesquisadores, a chance de você parar de fumar é maior quando um esposo, namorado, amigo, parente, colega de trabalho ou qualquer pessoa que conviva com você também pára.
Conclui a pesquisa que parar de fumar é contagioso. Segundo eles, da mesma forma que somos influenciados em diversas áreas da vida seguindo conselhos ou mesmo vendo mudanças para melhor nas pessoas próximas, mesmo que seja o famoso “amigo do amigo do conhecido”, quando alguém deixa de fumar, quase que instantaneamente todos os fumantes da rede social em que está inserido tentam deixar o vício. Se não conseguem, paciência, mas o grau de “conversão” é grande. Veja os números:
- Quando um dos cônjuges pára: diminui 67% as chances de o outro continuar;
- Quando um amigo pára: cai para 36% de chances de o outro continuar;
- Colega de trabalho: 34%
- Irmão: 25%
Como eu sou meio diferente em tudo, aconteceu o contrário. Eu já havia fumado coisa de dois ou três cigarros até começar a fumar de verdade, anos depois deste evento. Entretanto, comecei mesmo após ver meu pai quase morrer por conta de um infarto e ter três paradas cardíacas, ficando certo tempo na UTI e passando maus bocados.
Quero agora é que minha mãe tente parar. Numa dessas, sou influenciado. Tomara.
Fonte: G1
A grande e esmagadora maioria dos fumantes deve, sem dúvida, evitar a cafeína na sua dieta quando tenta parar e fumar. Primeiro porque é uma bebida que está associada diretamente ao hábito de fumar, não somente pela cafeína em si. Todo e qualquer fumante já deve ter pautado suas idas ao fumódromo da empresa ou a sua pausa para um cigarro regado a muito café preto expresso. E segundo porque a cafeína, ou qualquer produto a base da mesma, estimula a vontade de fumar.
Como fazer então para evitar a cafeína?
Primeiro você deve começar preparando cafés da manhã diferentes. Você pode muito bem substituir o café por sucos de frutas naturais, por iogurtes leves, bebidas lácteas, chás descafeinados ou até mesmo leite puro. Evite também comer coisas muito pesadas, não só no café da manhã vale esta dica, mas a sensação de “peso” no estômago e o dito “estufamento” lembram o seu cérebro da hora do cigarro. Depois de uma refeição pesada é quando os fumantes mais gostam de acender um cigarro.
Se você trabalha em uma empresa que serve café numa cozinha ou mesmo coloca as garrafas térmicas ou máquinas de expresso perto do seu ambiente de trabalho, evite passar por eles para lembrar-se do gosto e não sofrer também com a vontade de tomá-lo.
Outra dica muito importante é dizer para seus colegas de trabalho não oferecerem uma ida ao café para um momento de pausa. Leve frutas leves para o trabalho e faça pequenos lanches. Há também quem prefira usar chicletes e doces desse tipo. O principal é evitar o cafezinho.
Se a vontade for irresistível, tome café-com-leite, misturando o máximo de leite possível na bebida. Boa sorte!
Já sofri, mesmo que não por muito tempo, os sintomas da abstinência do fumo. Nas vezes que tentei parar de fumar, após três ou quatro horas a vontade de fumar era tanta que eu sentia o cheiro do cigarro de alguém há dez metros de mim fumando. Quando andava na rua, seja de ônibus ou de carro, olhava pela janela em busca de gente fumando e notava melhor os fumantes tendo prazer naquela fumada. Era como se eu estivesse vendo uma propaganda de um produto que eu queira muito ter e não possa por não ter dinheiro naquele momento.
Segundo pesquisas realizadas com fumantes, o ápice da abstinência ocorre após o terceiro dia sem colocar um cigarro na boca. Muitos dos pesquisados pareciam estar em depressão de tão desanimados que ficavam. Além disso, dores de cabeça, sono constante, cansaço, mal-humor e dispersão de atenção também são notados no aspirante à ex-fumante.
Seguem aqui algumas dicas do que você pode evitar para melhor lidar com os sintomas da abstinência no cigarro:
- Evite fazer o que você fazia e relacionava com o cigarro, por exemplo, tomar cafezinho de instante em instante. Evite tomar o café mas se não puder, experimente tomá-lo com leite e acompanhado de algum lanche, como algumas bolachas salgadas.
- Use gomas de mascar (chicletes) quando a vontade for muito aguda. O fato de você ocupar a boca com o chiclete ajuda a “enganar” o cérebro com alguma atividade que teoricamente compensaria o hábito de levar o cigarro à boca e tragar (como sabemos, o vício não é só da nicotina, é também do hábito).
- Se a vontade estiver latente e você estiver chegando na linha tênue que separa um ex-fumante de uma recaída, tente ler algum livro, dormir, fazer uma refeição leve (nunca comer demais).
- Fazer exercícios também é uma boa (e necessária) recomendação. Além de você ocupar seu tempo com uma coisa saudável, cuidar do seu coração que já está castigado pelo cigarro, você estará oxigenando seu cérebro que produzirá substâncias capazes de ajudar a esquecer a vontade de fumar, substituindo por uma sensação de bem estar quase comparável ao prazer da nicotina.
- Evite tomar qualquer bebida alcoólica.
- Evite ficar perto de pessoas que fumam e possam instigar a sua vontade.
- Beba um copo de água gelada sempre que estiver com vontade de fumar.
- Tente comer mais frutas de que o normal, para evitar engordar ingerindo comidas muito calóricas e que, de uma forma ou de outra, também geram vontade de fumar.
Vale sempre lembrar que é sempre indispensável o acompanhamento médico na hora de decidir parar de fumar.
É triste falar isso mas, se não fosse o nível de nicotina, que neste momento está estabilizado em meu organismo, estaria tão inquieto que mal poderia digitar. Essa é uma das características que meu corpo apresenta quando fico durante determinados períodos sem o cigarro acender. Também fico com um mau-humor insuportável (minha esposa que o diga).
Mas como um hábito tão ruim ainda é mantido por mim?
Aos dezessete anos acendi o primeiro cigarro. Na época, havia visto um colega de colégio fumando e simplesmente achei aquilo horrível. Imagine: um garoto da minha idade fumando! A primeira impressão que tive, a respeito do garoto, é que ele estava querendo chamar a atenção das garotas e dos outros colegas que o cercavam. Achei aquela técnica bem imbecil. Resultado: uma semana depois estava eu lá com o maldito na boca, fazendo igual.
No começo o cilindro esfumacento era inofensivo, já que eu não o tragava. Mas, sem eu saber, meu organismo ía se acostumando com a fumaça e seus igredientes viciantes. Após algum tempo “fumando de brincadeira”, mais ou menos um mês ou dois, comecei a tragá-los. A partir daí fumei cigarros quase que todos os dias da minha vida. Depois disso já se passaram 17 anos e ainda os fumo com frequência igual.
Tentando responder a pergunta em negrito que está lá em cima, não foi por ignorância. Eu já sabia o que estava fazendo. Sabia de todos os malefícios dos componentes do cigarro. Também sabia que a probabilidade em adquirir doenças graves, ou não, em fumantes é maior. Porém ele me tranquiliza e me serve de companhia nas horas ruins (pura balela que meu cérebro assimilou como verdade). A verdade é que o organismo ficou tão acostumado com as doses diárias de impurezas que o incômodo causado pela falta delas chega a ser insuportável.
Isso não justifica a origem do vício mas sim a permanência nele. Creio que a origem tenha sido por auto-afirmação mesmo, já que na época era moda o cigarro e a bebida entre os mais velhos e, como todos, eu também queria ser dono do meu próprio nariz.
Infelizmente, assim como no meu caso com o cigarro, diversos jovens e adolescentes também experimentam outras drogas e acabam entrando num caminho sem volta.
Texto escrito exclusivamente e cedido gentilmente por Fernando “Pulga” Silveira — pai do Patrick — que comanda o CronicaNet a pulsos firmes, um blog muito interessante que vale a sua visita!
Quando estamos tentando parar de fumar, nosso psicológico trabalha contra. Não pense você que somos viciados única e exclusivamente na nicotina ou em alguma das milhares de substâncias que o cigarro é composto. Mais das vezes, não sentimos tanto a falta da nicotina no organismo como sentimos a falta dela psiquicamente, ou seja, nosso cérebro lembrando que o corpo precisa de nicotina e jogando pensamentos e nossa mente dizendo que queremos mais um cigarro, precisamos dar mais uma tragada, como é bom a sensação de saciedade causada pelo fumo, etc e tal.
Concluo, então, que o nosso setor psicológico é um dos nossos maiores — se não o maior — inimigos na hora de abandonar completamente o vício. Mas como fazer para ficarmos menos vulneráveis às investidas do nosso cérebro pedindo por mais uma tragada quando estamos tentando parar de fumar ou mesmo já não-fumantes tentando se manter firmes sem cigarro?
Algumas dicas são importantes como:
- Não deixe isqueiros à vista. Jogue-os fora, de preferência. No caso de você ter isqueiros de coleção, daqueles Zippo originais que custaram caríssimo, dê um jeito que eles não só fiquem fora da sua visão, como fora do ambiente que você mora e trabalha. Mesmo que ele seja caro, venda para algum colecionador, dê de presente (estará incentivando o fumo em outras pessoas, cuidado com sua ética!), mas não fique com ele sob hipótese alguma.
- Guarde ou, melhor, jogue fora todos os cinzeiros da sua casa. Mesmo que você lave, se ele foi muito usado e dependendo o material que ele é feito, vai ficar com o cheiro das cinzas e te lembrar das sensações. Ainda, o simples fato de você visualizá-lo pode por a perder toda e qualquer tentativa.
- Lave TODAS as suas roupas de cama. Ainda que você não fume na sua cama, ainda que você não fume no seu quarto, o cheiro de fumaça de nicotina que fica empregnado em você acaba se transferindo para a fronha, o travesseiro, o lençol, edredon, etc.
- Lave as cortinas da sua casa. Se você fuma em casa, além de ter que lavá-las constantemente para tirar a sujeira acumulada pela fumaça do cigarro, é importante que você lave-as para que o cheiro saia por completo. Se for necessário, substitua-a por uma nova ou que não tenha tido contato com cigarro.
- Por algumas semanas, ligue os ventiladores nos ambientes que você fumava ou alguém fumava nele. Deixe as janelas abertas por algum período, use produtos como desodorizadores de ambientes, deixe o lugar limpinho e cheiroso a fim de que isso não te ajude a sequer lembrar o cheiro do cigarro.
Estas medidas não são suficientes por si só para acabar com o vício. Entretanto, dicas como essa ajudam-nos a liberarmos nosso pensamento para coisas melhores, evitando coisas que nos lembrem constantemente de que fumávamos.
Vários estudos são feitos no âmbito da saúde em relação às consequências que o cigarro nos traz. Muitas são as doenças, muitos são os reflexos no estilo de vida, enfim, existem explicações e teorias para tudo o que tange essa difícil tarefa de abandonar o vício. Mas uma coisa que não ficou bem explicada e que tira o sono de muita gente que quer parar de fumar é se a forma de parar de fumar gradativamente, ou seja, se deixar o vício aos poucos até chegar o dia de parar definitivamente traz resultados benéficos.
Muitos dizem que sim, que o certo é fazer isso, ir parando aos pouquinhos e depois cortar de vez o cigarro. Outors não, defendem que se você não nasceu fumando pode parar de uma vez só e seu organismo deve se acostumar com isso. Entretanto, neste segundo método, a força de vontade necessária para lograr êxito precisa ser multiplicada várias vezes.
Se funciona ou não, a receita de bolo está disponível para quem quiser tentar, sempre levando em consideração que é extremamente um acompanhamento médico, principalmente de um cardiologista, para que parar de fumar bruscamente ou mudar seu estilo de vida de uma hora pra outra não atrapalhe mais ainda a sua saúde. Veja:
Parada Gradual Redutória
Você vai reduzir gradualmente o número de cigarros. Por exemplo, se você fuma 40 cigarros por dia (duas carteiras):
- 1º dia - você fuma os 40
- 2º dia - você fuma 35
- 3º dia - você fuma 30
- 4º dia - você fuma 25
- 5º dia - você fuma 20
- 6º dia - você fuma 15
- 7º dia - você fuma 10
- 8º dia - você fuma 5
- 9º dia - você para de fumar definitivamente, ou seja, nenhum cigarro.
Parada Gradual Retardatória
Neste método você vai retardando o horário que fuma o primeiro cigarro ao invés de ir reduzindo aritimeticamente o número de fumadas que você dá por dia. Por exemplo:
- 1º dia - você fuma o primeiro cigarro às 9h da manhã.
- 2º dia - você fuma o primeiro cigarro às 11h da manhã.
- 3º dia - você fuma o primeiro cigarro às 13h.
- 4º dia - você fuma o primeiro cigarro Às 15.
- 5º dia - você fuma o primeiro cigarro às 17h.
- 6º dia - você fuma o primeiro cigarro às 19h.
- 7º dia - você fuma o primeiro cigarro às 22h.
- 8º dia - Este é o dia que você não fuma, ou melhor, o dia em que você deixa de fumar e não coloca mais um cigarro na boca.
Nunca tentei nenhuma das duas técnicas, mas prometo testá-las e ir relatando aqui qual vai ser o aproveitamento e dicas para ajudar a deixar de fumar com estes métodos graduais.
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